29 de janeiro de 2014

Passa o tempo...

- Estou indo.
- Para onde?
- Para sempre.

E o silêncio permaneceu.
Não se olharam. Não se tocaram. Não se mexeram.
Intactos, permaneceram.

Não era amor, talvez nem paixão.
Mas era sincero.
Era vontade de dar certo.
Era 'desvontade' de ficar só.

Uns chamavam de comodismo.
Outros de platonismo.
Carência? Medo? Passatempo?

O tempo passa! E o deles acabou de passar...

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